segunda-feira, 12 de julho de 2010

Você tem o seu valor

fonte: http://www.cirilovelosomoraes.com.br/2006/10/24/voce-tem-o-seu-valor/


Quanto vale uma nota de 10 reais? 10 reais.
Se você pegar essa nota de 10 reais e dobrá-la, ela continua valendo 10 reais.
Se você pegar essa nota de 10 reais e amassá-la, ela continua valendo 10 reais.
Então se alguém dobrar você, se alguém tolher você, se alguém amassar você, seu valor continua o mesmo. Você não perde o seu valor. Você tem um valor extraordinário. Não é porque te amassaram, não é porque te jogaram no chão, que você deixará de valer o que vale. Você tem o seu valor.
Veja o exemplo da nota de 10 reais. Pode jogar no chão e pisar nela que ela continua valendo 10 reais. Então perceba que por mais que as pessoas tentem te jogar pra baixo, por mais que as pessoas tentem pisar em você, você não perde o seu valor. Você tem um valor inestimável. Deus fez você com um valor incalculável. Por isso comece a se valorizar mais.
Pense numa nota de 10 reais… Imagine o tempo que ela já está em circulação… Teoricamente ela já cumpriu a finalidade para a qual foi feita: circulou bastante, cumpriu com o seu objetivo. E agora entrou uma nova nota de 10 reais no mercado… de plástico. E acredite: essa é a tecnologia mais moderna do mundo. São poucos os países do mundo que têm um papel-moeda como esse. E aí a nota de 10 reais antiga pode se sentir rejeitada, depreciada, ultrapassada. E me diga: quanto vale a nota de 10 reais antiga? 10 reais! Ela não perdeu seu valor.
Então se você se sente rejeitado, ultrapassado, se você acha que o mundo já te colocou pra escanteio, não desanime. Você tem o seu valor. Se você não está atualizado busque conhecimento, informe-se, aprenda, mas não se esqueça de que você tem o seu valor. Não é porque você está desatualizado, não é porque você tem uma idade avançada, que você perdeu seu valor. Lembre-se que você vale ouro. Você tem um valor extraordinário.
Por outro lado essa nova nota de 10 reais, esse papel-moeda novo, pode se sentir estranho no mercado, pode ser que alguns não queiram aceitá-lo. Ou porque ele é jovem, ou porque é estranho, ou porque é diferente… Então se você é jovem, se está entrando no mercado, se ninguém te aceita, se as pessoas começarem a dizer que você não tem experiência, que você não tem visão de mercado, aprenda, faça cursos, aprimore-se, desenvolva-se, mas não se esqueça: você tem o seu valor. Você tem um valor extraordinário.


Dê valor e ame o que você tem!

fonte: http://www.velhosabio.com.br/momentodereflexao/50/Pedras+ou+diamantes.html




Certa vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia.
Pensava desta forma:
"Se tivesse uma casa grande, seria feliz".
"Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz.
"Se tivesse uma companheira perfeita, seria feliz".
Nesse momento, tropeçou com uma sacolinha cheia de pedras e começou a jogá-las, uma a uma, no mar, a cada vez que dizia :
"seria feliz se tivesse..."
Assim o fez até que a sacolinha ficou com uma só pedrinha, que decidiu guardá-la.
Ao chegar em casa, percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso.
Você imaginou quantos diamantes jogou no mar, sem parar para pensar ?
Quantos de nós vivemos jogando fora nossos preciosos tesouros por estar esperando o que acreditamos ser perfeito ou sonhando e desejando o que não temos, sem dar valor ao que temos perto de nossas mãos ?
Olhe ao seu redor e, se você parar para observar, perceberás quão afortunado você é. Muito perto de ti está tua felicidade. chalCerta vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia.
Pensava desta forma:
"Se tivesse uma casa grande, seria feliz".
"Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz.
"Se tivesse uma companheira perfeita, seria feliz".
Nesse momento, tropeçou com uma sacolinha cheia de pedras e começou a jogá-las, uma a uma, no mar, a cada vez que dizia :
"seria feliz se tivesse..."
Assim o fez até que a sacolinha ficou com uma só pedrinha, que decidiu guardá-la.
Ao chegar em casa, percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso.
Você imaginou quantos diamantes jogou no mar, sem parar para pensar ?
Quantos de nós vivemos jogando fora nossos preciosos tesouros por estar esperando o que acreditamos ser perfeito ou sonhando e desejando o que não temos, sem dar valor ao que temos perto de nossas mãos ?
Olhe ao seu redor e, se você parar para observar, perceberás quão afortunado você é. Muito perto de ti está tua felicidade. chalCerta vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia.
Pensava desta forma:
"Se tivesse uma casa grande, seria feliz".
"Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz.
"Se tivesse uma companheira perfeita, seria feliz".
Nesse momento, tropeçou com uma sacolinha cheia de pedras e começou a jogá-las, uma a uma, no mar, a cada vez que dizia :
"seria feliz se tivesse..."
Assim o fez até que a sacolinha ficou com uma só pedrinha, que decidiu guardá-la.
Ao chegar em casa, percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso.
Você imaginou quantos diamantes jogou no mar, sem parar para pensar ?
Quantos de nós vivemos jogando fora nossos preciosos tesouros por estar esperando o que acreditamos ser perfeito ou sonhando e desejando o que não temos, sem dar valor ao que temos perto de nossas mãos ?
Olhe ao seu redor e, se você parar para observar, perceberás quão afortunado você é. Muito perto de ti está tua felicidade.
Cada pedrinha deve ser observada. Pode ser uma diamante valioso...
Cada um de nossos dias pode ser considerado um diamante precioso, valioso e insubstituível.
Depende de nós aproveitá-los ou lançá-los ao mar do esquecimento para nunca mais recuperá-los.
E você: como anda jogando suas pedrinhas?
A morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos!

domingo, 11 de julho de 2010

Amiga(a) do(a) namorado(a)

Eis o pior castigo de qualquer pessoa!
Aquele amigo do sexo oposto que seu amor respeita e quer manter por perto por mais que você deteste.
Isso é terrível! Se a birra não adiantou, se o diálogo não esclareceu, se as greves não funcionaram....é hora de partir para outros lados. Não os "lados" de um novo relacionamento e sim uma forma de contornar essa situação muito irritante e nem um pouco cômoda.Abaixo, seguem 2 idéias os tipos de "amigas" do seu namorado e como saber se ela é um perigo ou não para o relacionamento.









- Um dos comportamentos que entregam que o amigo está afim é quando, nos horários em que a amiga está com o namorado, ele aparece pra visitá-la e acaba aceitando o convite pra ir junto a algum lugar, apesar de ter sido chamado apenas por educação.
- Como ele provavelmente sabe os lugares que o casal freqüenta, sempre ‘sem querer’ e, por ‘coincidência’, acaba encontrando os dois, se aproxima como quem nada quer (e tudo pretende), senta-se ao lado pra conversar e, claro, em função do conhecimento que tem da amiga, o papo acaba rolando.
- Relembrar fatos da infância é sempre muito legal e o rapaz que é esperto se aproveita dessa situação e desse conhecimento.
- Quando é amigo mesmo e não há um outro interesse, mesmo que se encontrem, ele cumprimenta e se afasta, até para não prejudicar sua amiga, pois sabe o que um homem pode vir a sentir nesta situação.
- Por parte da namorada, mudanças bruscas no comportamento como: não telefonar como de costume, alterações no comportamento do tipo falar que está com sono e precisa voltar logo pra casa porque tem uma prova importantíssima no dia seguinte e evitar sair como estavam acostumados são alguns dos exemplos que indicam uma possível reciprocidade entre ela e o amigo.
– No caso do namorado ciumento, o exagero vem quando ele não deixa que sua namorada se relacione com outras pessoas e coloca defeitos em todos eles. “Normalmente inventam que as amigas não são boa companhia. O erro é permitir que isso aconteça”, orienta Martha.
- Não é necessário se isolar quando estiver namorando, porque isso não é legal pra ninguém. Os jovens devem saber quando é pra estar com os amigos, ou não. “O bom é manter os relacionamentos de sempre, as amizades, os hobbies etc. Um relacionamento pode ou não dar certo e, até pra dar certo, é necessário que continuemos com as nossas características que nos levaram a ser interessante pra essa outra pessoa”, aconselha a psicóloga.





As amigas do namorado




Toda mulher que já namorou pelo menos uma vez na vida, sabe que um dos maiores problemas são as amigas do namorado.

Acredite leitora, não importa o quão forte seja o seu relacionamento, o quanto vocês se amem, ou a confiança absurda que um tenha no outro, os seus problemas começarão no momento em que ouvir a simples frase:
“Ai, amor, é só minha amiga”


* A amiga carinhosa

De primeira ela parece mesmo uma amiga, mas há um probleminha que se não for resolvido, poderá virar um problemão: Ela é carinhosa. Muito carinhosa, mas muito mesmo. Ela é realmente carinhosa, e não faz questão de disfarçar.
Ela sentará no colo do seu namorado, o chamará por apelidinhos, ligará para dar boa noite, bom dia, boa tarde, feliz natal, feliz aniversário, feliz finados, e tudo mais que possa parecer um bom motivo para uma ligação. Isso para ela, porque para todo o resto da humanidade, seria altamente desnecessário.
Mandará recadinhos cheios de corações, escreverá no caderno, no braço engessado, no tênis, na mão, e viverá pendurada feito um bicho preguiça no namorado que em teoria é seu.

O que fazer:
De a ela de presente, um cachorro. É ótimo para casos de carência exagerada.

* A amiga coitada

O tão temido “Ai, amor, é só minha amiga”, será seguido de “coitada”.
Ela teve uma infância difícil, foi estuprada pelo tio/vizinho/cachorro/padre, a mãe morreu de câncer, o pai foi comprar cigarro e nunca mais voltou, a irmã mais velha é prostituta (e nem de luxo é), mora com os avós fanáticos, e estuda de bolsista.
Ela sofre mais do que Maria do Bairro, e sabe quem ela escolheu para se apoiar, dar toda a atenção, carinho, amor e curar seus traumas?
Sim, exatamente ele: O seu namorado!

O que fazer:
Lembre-se sempre: Quem tem pena, toma no cu. Indique a ela um bom psicólogo. Caso a mesma não possa pagar, faça uma vaquinha com as outras namoradas dos “amigos”.

* A amiga ex

Ex nunca é coisa boa. Se fosse bom, seria atual.
Ela parecerá bem resolvida, dirá que foi passado, que foi namorico de criança (mesmo que os dois já tenham passado dos 20), e manterá o discurso de que eles são pessoas evoluídas, porque “o importante é manter a amizade”, mas não evitará as indiretas de lavagem de roupa suja. E achará que seu namorado tem algum caso extremo de amnésia, fazendo com que ela precise efusivamente relembrar coisas do passado, achando a maior graça em dizer no meio da galera, com você junto:
“Lembra da viagem pra Búzios que a gente quebrou a cama do hotel e fugimos pra sauna antes que o gerente chegasse? Foi tão engraçado, né!?”
(É… Muuuito engraçado!)

O que fazer:
Diga para o seu namorado: “Amor, achei muito legal você ter amizade com a sua ex. Tanto que ontem liguei praquele meu ex que minha mãe adora, de 1,85 de altura, corpo escultural, fluente em 5 línguas, que me deu um anel da Tyffany. Agora nós somos amigos.”

* A amiga sijoguda

Ela é a super bem resolvida com a sua sexualidade: Gosta de tudo, e pronto. Já pegou metade da torcida do Flamengo, incluindo o mascote, e dirá incansavelmente que sempre preferiu ter amizade com homens, porque segundo a mesma, eles são muito mais “confiáveis” que as mulheres.
O final de semana para ela começa na quarta, e você terá que incorporar Buda, quando ela estiver com vocês.
Ela adora dançar. Ela vai descer até o chão, grudada feito um cachorro no cio, na perna do seu namorado, mesmo que esteja tocando Caetano Veloso, e achará a coisa mais normal do mundo, apoiar a mão na virilha do seu namorado, quando for pedir um gole de canudinho da bebida que ele comprou para você.

O que fazer:
Afogue a bendita na água quente e faça uma canja.

* A amiga você-merece-coisa-melhor

Antes de mais nada, você precisa saber de duas coisas:
Ela o ama. (como amigos, claaaro)
Ela odeia você.
Ela se dirá muito amiga do seu namorado. Tanto, que para ela, você não é boa o suficiente para ele. A verdade é que ninguém será boa para ele, a não ser ela mesma (mas isso ela não admitirá).
Ela vai te ignorar. Não falará nem na entrada, e nem na saída, mesmo depois daquele abraço apertado que ela vai dar no seu namorado, que aliás está de mão dada com você.
Para ela, o seu namorado é tão lindo, inteligente, bom partido, e merece uma mulher a altura. E mesmo que você seja a cara da Megan Fox, PhD em física, e ostente um “Orleans e Bragança” no nome, essa mulher não é você.

O que fazer:
Nada.
É, simplesmente nada.
Ela não lava as suas calcinhas. Ela não te carregou na barriga por 9 meses. Ela não beija a sua boca. O que ela acha ou deixa de achar, não influencia em muita coisa.
Entre bilhões de outras possibilidades, a mulher que ele escolheu foi você, então quem tem que te achar boa o suficiente, já acha.

* A amiga que era sua

Ela é aquela amiga que era sua, e que um belo dia você vê nas chamadas recebidas e/ou discadas do celular do seu namorado.
Ela começa a ligar para ele, conversar demais no MSN, e quando você for visitar a sua tia-avó doente em Petrolina, eles sairão para tomar um inofensivo chopp sábado à noite.

O que fazer:
De todos os tipos, é o mais delicado. Você não quer perder nem a amizade, e nem o namorado, mas sabe que os dois nunca deveriam ter esquecido que a relação dos dois só é ligada por você.
E quando não existe mais o “você” interligando as duas relações, é porque algo desandou.
Ele tem os amigos dele, e mesmo sendo importante ter uma boa relação com as suas amigas, as amigas ainda são suas.

P.s.: Levo em consideração que ele tenha amigos, até porque, quem namoraria uma pessoa tão problemática a ponto de não conseguir fazer amigos?


* A amiga amiga

Essa é a amiga que vai estar louca para te conhecer. Afinal de contas, se ela gosta tanto do seu namorado, vai adorar conhecer a pessoa que ele escolheu para estar ao lado dele.
Ela agirá com ele, da mesma forma que os amigos homens agem, e não passará dos dois beijinhos na hora de se despedir.
Por maior que seja a intimidade que eles tenham, ela pensará duas vezes antes de falar ou fazer qualquer coisa que possa criar um clima ruim, porque ela se preocupa com ele, e sabendo que ele está feliz com você, ela detestaria saber que uma situação foi criada por culpa dela.

O que fazer:
Você acaba de ganhar uma amiga.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

As 7 fases do relacionamento




De repente, no meio de um monte de gente, seu olhar cruza com o dele (o homem que é seu número exato) e você perde o fôlego e o rumo de casa. A partir de agora, se tudo der certo, podem estar começando os seis meses mais excitantes da sua vida. E, se tudo der mais certo ainda, daqui a um ano e meio - ou mesmo três anos, olha que delícia! -, a conexão amorosa de vocês não terá mudado nadinha.Parece bom demais para ser verdade? Bem, então, muita calma nessa hora. Segure o entusiasmo por alguns instantes, porque precisamos esclarecer uma coisa: para chegar a um final feliz, tudo depende de como vocês se comportam no auge da paixão e diante das crises que vão surgir. A experiência dos terapeutas mostra que entre o "Não acredito!" (quando a gente bate o olho num homem que nos tira do sério) e o "Claro que acredito!" (quando a gente percebe que a coisa é séria, sim) a maioria dos relacionamentos passa por sete fases. Não vamos chamá-las de críticas, essa palavra meio assustadora, mas de decisivas. Sorte sua que os especialistas nos explicaram cada uma delas e o jeito de vencer seus desafios.

1. No incrível mundo da fantasia
Seu desafio: Manter os pés no chão quando a cabeça está nas nuvens.
Desde o dia em que ficaram (há mais ou menos duas semanas), você vive em estado de puro êxtase. Não é para menos. Nenhuma droga no mundo é tão poderosa ou provoca euforia tão duradoura quanto a paixão. E olha que nem é maneira de dizer, não. Ela dá mesmo um barato químico instantâneo. Bastam 60 segundos para ativar um circuito cerebral, o dopaminergético, também conhecido pelo nome bem mais romântico de circuito do prazer ou da recompensa. Trata-se do mesmo mecanismo disparado toda vez que um dependente usa drogas de verdade, explica o psiquiatra Marco Aurélio Romano-Silva. O que leva alguns especialistas, como a psicóloga e antropóloga Helen Fisher, da Universidade Rutgens, de Nova Jersey, EUA, a garantir que os seres humanos são biologicamente programados para se apaixonar.Nesse estado alterado, não é de admirar que você comece a achar que sua felicidade depende desse homem. Que ele vai resolver sua vida - como se isso fosse possível. Acontece que não está no mapa a quantidade de mulheres que esperam tal milagre e fazem qualquer coisa para se tornar merecedoras de tão grande dádiva. Nessa qualquer coisa ocupa primeiríssimo lugar a tendência a se anular. Veja bem, o que a torna particularmente perigosa é que não se trata de uma decisão consciente. Vai acontecendo aos poucos, sempre "em nome do amor". Você inicialmente não faz nada sem incluir o amado; depois, vai se afastando dos amigos; mais adiante, passa a gostar do que não gosta, só para agradar; e finalmente deixa de viver sua vida. O que você precisa fazer se resume a três palavras: abra o olho. Homem nenhum vale isso e relacionamento nenhum pode ser feliz assim.

2. Xiii, ele veio com defeito!
Seu desafio: Avaliar se dá ou não para conviver com o que você não gosta nele.
Quem já se apaixonou sabe que a nossa tendência é ver no outro todas as qualidades que queremos que ele tenha. Focadas no nosso próprio desejo, passamos a sofrer de uma espécie de estrabismo emocional; na melhor das hipóteses, um caso crônico de visão tubular. Ora, o fato de seu novo amor não ser do jeitinho que você gostaria não o desqualifica como forte candidato a "homem dos seus sonhos". Desde que você não leve os tais sonhos a ferro e fogo. Até porque chegará o dia em que vai descobrir que ele não é tão perfeito: às vezes, erra na roupa, não abre a porta do carro para você, chega atrasado ao cinema, comete uma ou outra grosseria e mesquinharia, e por aí vai.Para evitar decepções mais tarde, jogue para escanteio a aura de romantismo e observe quem é de verdade o sujeito por quem está apaixonada. Os psicólogos sugerem algumas atitudes: pare de arranjar desculpas para comportamentos dele que a desagradam. Não é crime lesa-paixão admitir que o amado tem defeitos, problemas, dificuldades. Fique de olho na maneira como se comporta com as outras pessoas - em especial, amigos e familiares. "Se decidir ficar com ele apesar de tudo, sinal de que as ilusões caíram por terra e a paixão está virando amor", diz a psicoterapeuta Suzy Camacho.

3. Acabou-se o doce da novidade
Seu desafio: Aprofundar a relação.
Se existe mesmo amor, ele deve aumentar à medida que vocês se conhecem mais. Os especialistas são unânimes a respeito. O diabo é que a gente costuma achar que, quando acaba a novidade, a rotina se instala... e Deus me livre e guarde disso! Mas vamos analisar melhor a situação. O que um já conhece do outro? Você sabe, por exemplo, que seu namorado odeia lugares lotados, liga sempre às 10 da noite, vai encontrá-la no fim de semana e nunca às quartas-feiras porque tem futebol. Ele, por sua vez, sabe que o seu cabelão lindo é resultado de um alisamento japonês que custou os olhos da cara, que você faz questão de almoçar domingo na casa dos seus pais e que tem vontade de furar o olho de certa colega de trabalho.Isso significa se conhecerem melhor, mas está longe de ser se conhecerem bem. Significa que já existe uma base para começarem a fazer as descobertas mais importantes e profundas. Agora, se você encarar tal fase como o beijo da morte do romantismo, aí a coisa pode naufragar mesmo. "Não veja a rotina como algo negativo", aconselha a terapeuta de casais Amélia Nascimento. "Ela dá segurança. Você fica mais tranqüila e tem mais chance de descobrir o que realmente interessa. Que ele, por exemplo, sempre foi um cara ponta firme nos estudos e no trabalho. Saber do passado dele, entender sua relação com os pais e vice-versa. É a hora de amadurecer o namoro. Esse momento pode se tornar uma aventura emocionante e, acredite, os dois vão crescer."

4. Depois daquela briga
Seu desafio: Sair dela com o amor fortalecido.
O homem da sua vida jamais daria um grito ou bateria de frente com você? Saiba que é exatamente o contrário. Casais começam a brigar porque ambos já se sentem confortáveis um com o outro para arriscar estabelecer o espaço de cada um e deixar claras suas opiniões. Gênero: "Gosto assim e você está fazendo assado; pode parar!" Portanto, não fique assustada nem pense que a relação está abalada, avisa Suzy Camacho. E, para tranqüilizá-la ainda mais, ela esclarece: "A briga pode ser sinal de que estão mais seguros e, por isso mesmo, mais à vontade para discutir certos assuntos delicados que até agora foram deixados de lado por receio de botar tudo a perder".Onde tem amor, tem discussão, e até um quebra-pau ocasional. Inclusive porque, como você já sabe - ou deveria saber -, o fato de terem nascido um para o outro não quer dizer que são iguais. Convenhamos, isso não existe. E se existisse seria um tédio, não é não? Quando os ânimos se exaltarem e bater a dúvida cruel sobre o que representa tal confronto, lembre-se da seguinte comparação de Suzy Camacho: sabe quando você briga feio com uma amiga de infância consciente de que a amizade não vai acabar por causa disso? É a mesma coisa. Se chegarem a um acordo, poderão sair fortalecidos da experiência. E (oba!) o amor vai subir mais um degrau.

5. O futuro a vocês pertence
Seu desafio: Descobrir se é com ele que vai ter uma vida a dois.
Nós, mulheres, somos particularmente mestras em entrar num relacionamento com expectativas irreais. O terapeuta americano Paris Finner-Williams, autor de vários livros sobre o tema, é um desmancha-prazeres de carteirinha: quando uma paciente aparece no consultório dele inebriada de encantamento, já fazendo planos de casar e ser feliz para sempre, é aconselhada a desacelerar e esperar pelo menos seis meses para ver no que dá. A idéia é deixar que as emoções e também o organismo criem uma espécie de resistência à loucura da paixão. Tudo indica, porém, que você já deu o tempo necessário, passou com louvor por várias etapas e decidiu, com a cabeça no lugar: ele é o cara.
Nada mais natural que começar a sentir falta de alguma coisa. O presente é maravilhoso, mas quer fazer planos ao lado dele. Ou seja, comprar apartamento, casar, ter filhos. Por mais intimidada que se sinta, está na hora de conversar sobre o assunto. Não se trata de dar um ultimato ao rapaz, e sim de descobrir se ele quer o mesmo que você. Afinal, seu amado passou pelas mesmas fases do amor e, se não pensa em sair da casa da mamãe tão cedo ou acha precipitado tomar qualquer decisão, há fortes indícios de que não é o cara. Teoricamente, explica a psicoterapeuta Suzy Camacho, nessa etapa o amor deve estar mais sedimentado, os dois já perceberam que podem ter uma vida juntos e ambos deveriam estar preparados para seguir em frente.

6. Dois ou... um?
Seu desafio: Manter a individualidade.
Nos primeiros meses sob o mesmo teto, o clima é de lua-de-mel, de "o amor é lindo", e, justamente por causa disso, você corre o risco de sofrer uma recaída e ir parar lá na fase número 1 (em que a tendência a se anular é um dos maiores perigos). Com a agravante de encontrar mil e uma justificativas para abrir mão de hábitos gostosos da vida de solteira sem dó nem nenhum saudosismo. Afinal, agora vocês são casados! Portanto, o banheiro de um é do outro também, o problema de um é do outro também, a conta da luz é de um e do ouro também... Haja negociações e concessões. Mas isso não quer dizer que você deve viver apenas em função da vida a dois e se esquecer de quem você era antes de dividir o colchão com ele.A primeira providência é colocar porta afora a ilusão de que, de agora em diante, farão tudo juntos. De braço dado com a ilusão, mande embora a culpa. Você pode não se sentir tão à vontade para ir a uma happy hour com as amigas, já que ele ficará em casa esperando. Ou para passar o sábado no cabeleireiro, porque ele está a fim de um cineminha. Isso é natural. O que não pode é deixar de fazer o que sempre fez e lhe dá prazer. Vá à happy hour e ao cabeleireiro com menos freqüência, combine com ele uma forma de adaptarem os hábitos de cada um à vida de casal. "Manter a individualidade é importante para que, depois de algum tempo, vocês não se sintam sufocados e o relacionamento se torne insuportável, vire uma prisão e... acabe", alerta Suzy Camacho.

7. Dormindo com o amigo
Seu desafio: Manter aceso o desejo sexual.
Sabe aquele delicioso pijama velho (e meio surrado) que você jurou jamais vestir na frente dele? Agora, a tentação de usar será braba. Não é que não ligue mais. É que ambos já têm tal grau de intimidade que detalhes como esse não parecem importantes. E não são mesmo, porque entraram naquela fase de um cuidar do outro de um jeito diferente da época do namoro. Ele se preocupa se você chega tarde em casa, você se preocupa se ele trabalha demais e não come direito. Surgiu um carinho que parece de pai e filho. O que é bom, pois mostra a força da relação. Mas também pode ser perigoso, pois vocês correm o risco de ficar mais amigos do que amantes.Claro que, nesta fase, nenhum dos dois espera demonstrações explícitas de sensualidade 24 horas por dia. Mas a relação precisa ser esquentada de vez em quando. Tipo usar o pijama caindo aos pedaços numa noite e absolutamente nada na noite seguinte. Tipo inventar brincadeiras na cama, como "Vamos ver quanto tempo a gente consegue ficar só se acariciando antes de partir para os finalmentes?" Tipo voltar aos lugares onde viveram grandes momentos de pura paixão. Amor é novela, diz Rita Lee. E novela só faz sucesso se tiver personagens encantadores e a dose certa de audácia e mistério, concorda?

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Sigmund Freud





"Em última análise, precisamos amar para não adoecer."


"Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada!"


"Quem não ama adoece!"


"Nunca fui capaz de responder à grande pergunta: o que uma mulher quer?"

terça-feira, 15 de junho de 2010

Idealização - um grande problema dos relacionamentos.



Junto com as pessoas que se acomodam em um relacionamento, as pessoas que idealizam o outro criam um grande problema para o crescimento dos relacionamentos.
As pessoas que se acomodam acham que o romantismo, as declarações e a contínua manutenção do relacionamento não são importantes.
As pessoas que idealizam acham que o outro deve ser, agir, falar e pensar como se espera.
Os homens querem mulheres para os seus prazeres e as mulheres querem homens para amá-las e protegê-las.
Bom...isso em um geral não muito confiável afinal, cada pessoa espera algo diferente do outro.
A questão é que sempre pensamos que o outro deve de empenhar no relacionamento como nós achamos que estamos nos empenhando.
A grande verdade é que, na maioria das vezes, ficamos tão ocupados vigiando as atitudes do outro, que esquecemos de ver como estamos agindo.
Quando alguém nos decepciona, o que normalmente fazemos?
Brigamos, gritamos, choramos....mas normalmente a maioria das pessoas "dá um gelo" no outro.
Mas como querer carinho de alguém se estamos sendo frios com essa pessoa?
Aí está na hora do DIÁLOGO. Não é necessário ficar indiferente quando os dois possuem maturidade para ter uma conversa civilizada pelo bem da relação. Mas é claro que, para que essa conversa seja civilizada, precisamos tomar cuidado como iremos levar o assunto.
É melhor dizer "você não é o que eu queria" ou "estou chateada pois achava que você iria..." ?
Fica melhor dizer "você não me ama mais" ou "qual a importância que você deu para este dia" ?
Ficamos muitas vezes em um mundo onde aproveitamos apenas a aparência do outro e mudamos todo o seu interior. Quando fazemos isso, descartamos a personalidade de quem está do nosso lado e criamos alguém que não existe. Lógico que assim iremos nos decepcionar e muito!
Aí você diz que no início do relacionamento o outro era diferente e te fazia mais feliz.
Bom, nesse caso, eu pergunto..e você? Você era exatamente igual ao que é hoje ?
Nessas horas devemos parar e pensar se os atos do início do relacionamento foram frutos da paixão inicial (que é normalmente mais intensa) ou o estado atual é fruto do comodismo?
Tendo essa resposta em mente, é fácil decidir o que fazer: aceitar o outro e mostrar quais as suas atuais carências ou partir para uma transformação no relacionamento.
Veja bem que em momento algum eu disse terminar o relacionamento. A verdade é que toda fase e paixão é boa e não é porque a pessoa com quem você está atualmente é acomodada que você nunca mais achará alguém assim. Às vezes, é mais fácil achar um acomodado do que um "príncipe". O que as pessoas precisam é de acordar. Ver que o outro mudou e que está cada vez mais distante pode ser porque já está tão carente ou tão machucado que tenta se proteger para as coisas não piorarem.
Agora, se você estiver batalhando pela melhoria do relacionamento e o outro, que também aceitou fazer isso realmente não moveu nenhuma palha...hora de discutir a relação e ver se os dois querem o bem da união.
Um relacionamento nunca é fácil e quanto mais o tempo passa maiores são os cuidados que ele exige. Hoje temos ofertas fáceis de aventuras e prazeres e manter um relacionamento "limpo" que não está sendo agradável pode ser algo insustentável para algumas pessoas. Não se pode acomodar nem pensar que o outro está satisfeito porque você se considera um(a) bom/boa parceiro(a). Quem vai avaliar você é o outro. Deixe claro que o você faz buscando o bem da relação, mostre ao outro sem vergonha o que você sente, a importância dele para você, a alegria de comemorar mais um mês, uma semana, um dia juntos que seja.
Viver um amor de corpo e alma não é vergonha nenhuma! Já está na hora das pessoas aprenderem isso de vez.
Vergonha é perder um grande amor ou a oportunidade de ser feliz por toda a sua vida com alguém porque você não cooperou para dar certo.

Decepções perfeitamente evitáveis



Pelas questões que tenho recebido, percebo que muitas decepções poderiam ser evitadas se não houvesse expectativas que fogem, e muito, da realidade.

mulheres que tomam como garantia de que estão tendo uma relação séria com alguém o fato de esse alguém declarar, por exemplo, que está gostando muito delas, e de se comunicarem várias vezes por dia, seja por e-mail ou telefone. Na verdade, sequer se conheceram pessoalmente, ou, em outros casos, se viram apenas uma ou duas vezes.

Não me interessa, nesse caso, se a pessoa que cultiva a fantasia dessas mulheres tem ou não caráter, se é um indivíduo imaturo ou inexperiente, volúvel, se é um neurótico a se divertir com o fato de construir sonhos para depois frustrá-los. O que interessa é a posição da mulher diante de manifestações pouco sólidas e improváveis. Por que motivo, acreditam tão piamente em meras palavras quando se relacionam com homens que mal conhecem? Boa fé e ingenuidade, costumo dizer, são traços inadequados para os dias que estamos vivendo. Mais vale uma dose razoável de desconfiança, sem precisar chegar, acredito, àquela máxima dos tempos da ditadura, em que fulano era culpado até prova em contrário.

Sem dúvida, o ideal seria o inverso: fulano é inocente até prova em contrário. Se você prefere que seja assim, é aconselhável, pelo menos, manter um pé atrás como medida de precaução. Relações duradouras precisam de tempo para a construção das bases. O que não é possível é ver mulheres se queixando de que os homens brincam com seus sentimentos. Sim, pode ser que eles brinquem. Num site de relacionamentos, também há pessoas que só querem se divertir e algumas fazem brincadeiras de mau gosto. Mas será que mulheres modernas não sabem se proteger? Por que insistir em acreditar nos contos de fadas? Nesses contos, não há imprevistos, a não ser os positivos, e quando surgem atropelos, são corrigidos por um final feliz.

Um homem me diz que vai tomar um avião para conhecer uma mulher em outro estado. E olha que nosso país é grande e as passagens aéreas são caras. Mas vale a pena um esforço para conhecer aquele ou aquela que dão a impressão de que podem ser a pessoa capaz de nos fazer feliz. Além do mais, é bom conhecer o país em que se vive...

Pelo perfil (com belas fotos) e através de contatos por e-mail e telefone, ele está convencido que aquela mulher tem tudo para ser a mulher da vida dele. Se for um homem inseguro, irá se preocupar, em primeiro lugar, em ver se é aceito por ela. Não parece preocupado em saber quem é de fato essa mulher que está indo encontrar. Provavelmente só irá perceber o que deseja. Olhou, gostou, conclui que ela é aquela que procurava e já a toma como objeto de sua propriedade. A mulher percebe e se tiver uma boa cabeça, rapidamente conclui que ali existe alguma coisa errada. Muita precipitação e um senso de observação precário são sempre sinal de pouco equilíbrio emocional. Afasta-se. Ele fica deprimido. Ora, os encontros têm exatamente como objetivo uma avaliação mais fundamentada. Como é possível se imaginar que todos os encontros vão selar um compromisso? Podem também dar fim a um mal-entendido, a um engano. Podem apostar!

Ia tudo tão bem, diz uma jovem senhora. Ele vinha de outro país para nos encontrarmos e estávamos apaixonados. (Ela não se dá conta de que para se usar o pronome “nós” e falar por alguém, é preciso muito conhecimento e convivência.) Falávamos horas ao telefone. Surgiu um trabalho em outro lugar e, subitamente, ele comunica que está tudo terminado entre nós. Ela passa a sofrer intensamente e afirma que não acreditará mais em homem algum. Melhor assim. Melhor do que acreditar em todos. Confiemos que há de chegar o momento em que ela saberá ser mais crítica e cuidadosa, apaixonando-se, não pelo que idealizou, mas por alguém que lhe dê motivos mais concretos para tal. Longe dela, imaginar que seu “príncipe” talvez já estivesse em contato com outras mulheres e que, de repente, conheceu alguém que lhe pareceu mais conveniente, ou que tenha lhe atraído mais. Isso acontece!

Nos apaixonamos e só então ele me revelou que é casado! Bem, essa é uma velha técnica. Ele não iria dizer que é casado logo de saída: você poderia ser do tipo que se recusasse a manter uma relação com um homem casado ou, quem sabe, iria “exigir” que ele lhe dissesse que estava para se separar, que é infeliz com a mulher e já não transa com ela. Ele prefere esperar que você se apaixone e aí, não em consideração a você, mas pensando nele mesmo, nos incômodos que você pode vir a causar, conta a verdade. Quando o faz, é como se dissesse: Está em suas mãos. Se quiser continuar comigo é nesses termos. Não posso ou não pretendo me separar por causa dos filhos pequenos, da pobre mulher tão dedicada, tão dependente etc. etc.

Se você entra numa relação sem usar seus instrumentos mais refinados: sensibilidade, autopreservação, auto-estima etc. não deve se queixar que a culpa é do outro. O outro nem sempre consegue se cuidar bem, quanto mais cuidar de você, se ainda nem sabe direito quem é. Alguns detectam, muito depressa, que você é ingênua e que já o toma por alguém que conhece há muito tempo. Uns se afastam – os bem intencionados – outros se aproveitam dessa situação.

Mensagem: Procure se conhecer bem, saber em que mundo está vivendo, e não se entregue de corpo e alma ao primeiro que lhe diz: Estou apaixonado por você! Quero me casar com você! E isso é válido para os homens que se empolgam com garotas espetaculares! Garanto que as decepções serão menores ou não haverá decepções.

Thaïs Sá P.Oliveira

Psicóloga (05/1821) e Psicanalista